Sobre todos os nossos porquês...

É fácil julgar "Joãozinho", quando ele tem uma atitude ruim , ou que não  nos agrada. Difícil é compreender que "joãozinho" só vai oferecer os repertórios que ele vivenciou pela vida afora. E  quem tem paciência pra escutar e acolher? Ninguém né... Pois é! Essa semana tive uma discussão em uma rede social, porque um individuo fez uma postagem sobre uma criança de 13 anos que matou uma quantidade de pessoas com requinte de crueldade e que estava preso  relatando o fato com muita naturalidade. Pois bem, postei que essa criança era mais um vitima dessa sociedade que vivemos, das famílias desestruturadas, da falta de escolas e principalmente  da falta de amor ao próximo. O individuo bradou, gritou, disse que tinha essa postura porque não foi um parente meu. Relatei que nessa frase dele, ele demostra mais egoismo, porque se for um parente alheio, tudo bem, mas me doí mais sendo meu parente. Claro que a dor por ser um ente é maior, mas também precisamos amolecer o coração  para as dores alheias. 
Estamos tão 'brutalizados' as dores alheias que já não nos sensibilizamos para as mazelas humanas. Esse menino é vitima e agressor. Nós somos vitimas e agressores.  Mas o que diferencia ele de nós? Talvez a arma que ele tem nas mãos. Mas nós também não temos também? 
Eu peço, que possamos ser mudanças. Hoje temos medo de ajudar o próximo. Onde iremos parar com tudo isso? Justiça com as proprias mãos ou ... ?  

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Tami

 
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