Não, as pessoas não estavam sendo descartadas quando eu entrava e saía da história com a minha dor e alguma tranquilidade. Naquela desistência, havia uma sucessão de tentativas infrutíferas. Havia, simplesmente, uma vontade de ser livre e libertar para algo que funcionasse melhor. Não, eu não estava sendo volúvel ou negligente com o amor. Eu mergulhei em todos os instantes com todo o meu ser presente. Mas o esvaziamento lento, gradual e involuntário sinalizou o esgotamento do tempo.
E, naquela hora oca de tudo, não me restou nada além da necessidade de partir...

Marla de Queiroz

0 permitiram-se:

Postar um comentário

Entrem e fiquem avontade!
Coloquem aqui os seus devaneios e confissões...
BeijinhO,
Tami

 
©Suzanne Woolcott sw3740 Tema diseñado por: compartidisimo