(...)

Que eu não viva só em caixa alta, com esses gritos que arranham silêncios e desgovernam melodias. Que eu saiba dizer sem que isso me machuque demais. Que eu saiba calar sem que isso me provoque uma tagarelice interna inquieta. Que eu possa saber dessa música apenas que ela se comunica com algo em mim, nada mais. Que eu possa morrer de amor e, ainda assim, ser discreta.
(...)

Marla de Queiroz

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Coloquem aqui os seus devaneios e confissões...
BeijinhO,
Tami

 
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