Poucas pessoas percebem, mas o primeiro passo pra se vivenciar o amor é deixar de analisá-lo como quem estuda a planta de uma casa. Ele tem que ser algo que a gente trabalha para ter em si como sensatez, equilíbrio, paciência e sabedoria.E através desse trabalho interno, todo o Universo se movimenta nessa segunda fase que é atrair pessoas tão amorosas quanto quem nos tornamos.
Todo mundo tem o potencial do amor, poucos o vivem em sua dimensão na prática.Todos têm um lado tão bonito, mas se esquecem dele quando ficam irritados, arrasados. Todos querem coisas boas para si, mas nem percebem como vezenquando maltratam os outros.Amor que nasce pronto, embora ainda tenha suas exceções, é amor de mãe e filho.O resto, é conquista. E todo mundo quer amar, mas se embanana tanto que acaba chamando um amontoado de coisas confusas e dolorosas e dependências de amor.E aí, a culpa de toda dor é do amor. Mas que coisa mais cruel! Parece até que a primeira coisa que o ser humano aprende depois que cresce é perder a inocência e se encher de malícia e desconfiança. O mundo precisa muito do nosso amor por ele. Do nosso amor por tudo.Eu também aprendi a malícia, a desconfiança e a descrença. Agora me trabalho pra desaprender. Vezenquando me vejo alfinetando alguém...Mas depois eu peço desculpas pras pessoas, pro Universo. Isso não me faz melhor, só me deixa ser aprendiz, eternamente aprendiz.
O que a vida quer da gente é coragem, já dizia o sábio Guimarães Rosa...

Marla de Queiroz

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