Eu me jogo. Faço drama. Choro até ficar a irmã gêmea do monstro do Lago Ness. Não durmo. Como chocolate. Brigo. Fico de mau-humor. Choro mais. Faço mais drama. Digo que não quero mais porcaria nenhuma. Me escondo do mundo. Abraço o travesseiro. Acendo mil incensos. Quebro os pratos. Choro mais um pouco e...mais drama! Mas eu vivo. Eu sinto. Eu bato com a cabeça, aprendo e não aprendo. Faço de novo, quebro a cara de novo. Me estrepo. Fico toda quebrada. Mas eu não desisto. A esperança te faz seguir em frente. Esperança de céu azul. De mais banhos de mar. De abraços gostosos. Beijos de cinema. Amigos de verdade. Pão quentinho. Água de coco. Família reunida aos domingos. Risada de criança. Choro de bebê. Lambida de cachorro. Vida nova. Vida inventada. Vida renovada. Vida que segue. No final, sempre dou risada. E não perco essa minha "estranha mania de ter fé na vida".

Clarissa Corrêa

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