“Descobri outro dia, que amo velharias. Coisas antiquadas e bregas como cartas de amor e beijos roubados. Gosto de tocar, de escrever, de sentir. Esta vida moderna e digitalizada, não me satisfaz. Um email jamais vai substituir o gosto de receber uma carta, de observar o acabamento das letras e o carinho com que o papel foi dobrado. Falar ao telefone, meus caros, jamais vai lhes permitir um arrepio ao sentir o hálito da pessoa amada ao teu ouvido. E os livros? Ah! Estes adam tão abandonados, que meu coração se enche de pena. Leiam crianças! Leiam! Não há melhor fuga paras as dores da vida, que um bom e velho livro. A modernidade é coisa de malucos! Onde moram os seus amigos? Na rua de baixo? Em outro bairro? Na cidade da sua avó? Ou quem sabe atrás de um computador? Ah Deus, as crianças estão perdidas. Amando pessoas de mentira, sendo pessoas de mentira e acreditando que este é o preço da evolução. Então é isso? Vamos deixar que as melhores coisas se percam, em troca de uma falsa comodidade? Movam-se pequenos! Movam-se não permitam que haja uma falência de pensadores neste mundo governado pela tecnologia.”
— Velha Cigana

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Tami

 
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