O amor, para ser amor, é doação. A gente tem que abrir mão, de uma forma (in)consciente, saudável e boa, de uma parte nossa para, com isso, enxergar um outro “eu”. O “eu” que ama, que entende que o amor é também sacrifício e um pouco de dor. Sim, ele é. Porque dói deixar o egoísmo de lado. Quem é sozinho pensa em si. Quem tem um amor pensa em si e no outro. Isso tudo pode soar confuso para você, mas tenho certeza que se você tem um amor entende o que estou falando (…) Mas o amor não é perda. Com ele a gente ganha. Mas para ganhar é preciso se entregar. Com ou sem papel. Porque o que importa é estar junto, aceitando que existem dias bons e nem tão bons assim. Mas, independente disso, escolher dizer “sim”. 

Clarissa Corrêa 

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