Eu nunca tive uma boa história para contar. Nada de “Ah, fomos beber, depois fomos presos e no final, acabamos rindo de tudo”. Na realidade minhas histórias são baseadas em romances falhos. Coisas que são perdidas ao longo do tempo, coisas que eu ganho, perco e às vezes (dificilmente) retornam para “sua casa”. Minhas histórias são cansativas. Eu falo que tenho experiência mas na verdade, eu carrego umas dores tão pesadas e tão cheias de ilusão de ótica que eu fico pesada. Mas, eu penso, vez ou outra, melhor que assim ninguém enche a porra do meu saco perguntando coisas tão desnecessárias. Aliás, tenho grande problema com pessoas. Comigo é oito ou oitenta. Já me peguei resmungando por pessoas não gostarem de mim, sou um tanto confusa. Eu sempre fui um exemplo de pessoa seletiva. Só falo com quem quero, a hora que quero e no momento que quero. Não sei se ainda terei boas histórias, mas tenho boas pessoas me contando boas histórias o que me faz voar nas histórias das mesmas. As vezes até me sinto dentro das histórias. Mas veja só que astucia! — Mídyan Ramos, nem histórias, nem prosas.

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